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Leite

QUALIDADE DO LEITE:

Na área de Qualidade do Leite é oferecido suporte técnico que envolve todo o sistema de rotina de ordenha, desde a entrada dos animais ate a saída da ordenha, verificando os principais gargalos envolvidos no processo, buscando corrigir as deficiências de manejo através do treinamento das equipes envolvidas no processo. Monitorar e avaliar os índices que mais remuneram o produtor, como a CBT, CCS, gordura e proteína e através de estratégia de manejo e nutricional buscar o melhor custo beneficio ao produtor. Na área de índices zootécnicos e oferecido suporte para interpretar e avaliar os principais índices responsáveis pelo sucesso no sistema de produção, sendo possível a tomada de decisões, visando melhor eficiência, alta produtividade e melhor rentabilidade na produção leiteira.

ACASALAMENTO:

A Lageado juntamente com a Alta Genetics fornece ao produtor o Programa de Acasalamento de Vacas Leiteiras, que é o mais completo e flexível programa de gerenciamento genético para cada tipo rebanho. Utilizado atualmente como uma ferramenta de manejo genético que possui inúmeras possibilidades e combinações, onde um técnico da Lageado avalia 17 características dos animais da propriedade. Essas informações são transferidas para o computador, o qual indica a 1ª e a 2ª melhor opção de touro para o acasalamento, de acordo com o objetivo da propriedade. Por isso é o programa de escolha na hora de adaptar as necessidades do rebanho a uma ferramenta de melhoramento genético. Os relatórios emitidos por este, permitem traçar um completo perfil do rebanho acasalado e delinear as melhores estratégias genéticas.

GERENCIAMENTO GENÉTICO DO SEU REBANHO:

Programa de acasalamento corretivo para vacas de leite, onde um técnico avalia 16 características dessas vacas e o computador indica a 1ª e a 2ª melhor opção de touro para o acasalamento, aumentando produção e longevidade. Os relatórios emitidos por este, permitem traçar um completo perfil do rebanho acasalado e delinear as melhores estratégias genéticas. O Alta Mate é o mais completo e flexível programa de gerenciamento genético para o seu rebanho, sempre com a intenção de atender especificamente a necessidade de cada animal levando consideração o controle da consanguinidade entre os rebanhos.

Características Avaliadas:

1): ESTATURA:

É a medida da altura do animal, tomada entre o Íleo e o osso sacro.

2): FORÇA:

É a abertura do assoalho do peito entre as mãos (primeiras costelas), expressa a área cardíaca e respiratória.

3): PROFUNDIDADE CORPORAL:

Observar o meio da vaca. A profundidade na altura das últimas costelas é a medida a ser avaliada para esta característica. Não se influencie pela estatura, comprimento ou altura do animal.

4): FORMA LEITEIRA:

A maior ênfase é dada à abertura, forma e angulosidade das costelas. Ainda se considera comprimento do pescoço, quarto traseiro descarnado, e ossatura chata e plana ao nível da garupa e do jarrete e pele fina (vaca feminina). Não deixe o estágio de lactação influenciá-lo.

5): ÂNGULO DE GARUPA (vista lateral):

Observar a inclinação dos Íleos aos Ísquios (n°5). Não se deixe influenciar pela inserção de cauda. Uma garupa nivelada de Íleos e Ísquios recebe pontuação 20. Garupas com Ísquios mais elevados que os Íleos (invertida) recebem pontuação abaixo de 20, e garupas com Ísquios mais baixos que os Íleos (escorrida) recebem pontuação acima de 20. (O ideal é uma garupa ligeiramente inclinada, com um desnível de 5 cm entre Íleos e Ísquios).

6): LARGURA DE GARUPA:

Definida como a distância entre os Ísquios, visto por trás.

7): PERNAS (vista lateral):

Mede a curvatura na região do jarrete. O ideal é uma perna ligeiramente curva.

8): PERNAS (vista posterior):

Mede o grau de paralelismo das pernas, vistas por trás.

9): ÂNGULO DE CASCO:

Medida do ângulo que a pinça faz com o solo e da altura do talão. Um ângulo de 45° recebe pontuação 25. Quando o ângulo aumenta, a pontuação também aumenta.

10): INSERÇÃO DO ÚBERE ANTERIOR:

Avalia-se apenas a força de adesão dos ligamentos laterais à parede abdominal.

11): ALTURA DO ÚBERE POSTERIO:

Avalia-se a distância entre a base da vulva e o início do tecido secretor mamário do úbere posterior. Apenas a altura do ligamento é medida, não a forma ou largura.

12): LARGURA DE ÚBERE POSTERIO:

É a medida da largura do úbere posterior, no ponto em que os ligamentos laterais se aderem ao corpo. Ajuste todas as vacas para largura do úbere posterior de forma a refletir sua largura logo antes da ordenha (10 a 12 horas da última ordenha). Isto vai refletir a quantidade de leite que expande a largura do úbere no ponto de avaliação.

13): LIGAMENTO DO ÚBERE:

Mede a profundidade do ligamento do úbere entre as tetas posteriores.

14): PROFUNDIDADE DO ÚBERE:

É a medida entre o assoalho do úbere e o jarrete. 15 representa assoalho do úbere na altura do jarrete. O ideal é o assoalho do úbere acima do jarrete.

15): POSICIONAMENTO DE TETOS ANTERIORES:

Observe a implementação da base dos tetos.

16): COMPRIMENTO DE TETOS ANTERIORES:

Mede o tamanho do teto. Não avalia o diâmetro. O teto ideal tem de 5 a 7 cm de comprimento.

17): POSICIONAMENTO DE TETOS POSTERIORES:

Observe a implementação da base dos tetos.

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