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Laboratório

BRUCELOSE BOVINA

É uma doença infecto-contagiosa causada por bactérias do gênero Brucella. Produz infecção característica nos animais, podendo infectar o homem. Sendo uma zoonose de distribuição universal, acarreta problemas sanitários importantes e grandes prejuízos econômicos. As principais manifestações nos animais – como abortos, nascimentos prematuros, retenção de placenta, baixa produção de leite – contribuem para uma considerável baixa na produção de alimentos.

EXAMES DE BRUCELOSE

Na LAGEADO os exames de brucelose são padronizados e realizados por Médicos Veterinários habilitados, em laboratório credenciado seguindo as normas do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

TUBERCULOSE BOVINA:

É uma doença crônica causada por uma bactéria (Mycobacterium bovis), que acomete ruminantes, suínos, aves, animais silvestres e o ser humano, caracterizando-se assim, como uma zoonose de grande relevância para saúde pública. O principal meio de contaminação é inalação de aerossóis, podendo ser transmitida através do consumo do leite cru e do contato com as secreções nasais de animais infectados. Por ser uma doença crônica, na maioria das vezes o animal leva meses para manifestar os sintomas da doença, aumentando assim, o risco de infecção para outros animais, já que o mesmo ficará eliminando a bactéria no ambiente. Para diminuir e, até mesmo eliminar esta fonte de infecção, é recomendado fazer os exames para identificação dos animais positivos, principalmente em animais leiteiros, pois são rebanhos em que os animais têm contato diário.

EXAMES DE TURBECULOSE:

Na LAGEADO os exames de tuberculose são padronizados e realizados por médicos veterinários habilitados, no laboratório credenciado seguindo as normas do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A.I.E. (ANEMIA INFECCIOSA EQUINA)

Conhecida como “AIDS” dos Cavalos, é uma doença infectocontagiosa crônica (podendo ter fase hiperaguda, aguda ou subaguda) causada por RNA vírus e transmitida por insetos hematófagos (tabanídeos e mosca dos estábulos) e materiais contaminados. Afeta asininos, equinos e muares de qualquer idade ou sexo. Uma vez infectado o animal será sempre portador da doença, sendo assim, uma doença de notificação obrigatória e de sacrifício do animal infectado. Os principais sintomas da doença são: Anemia, icterícia, depressão, hemorragias petequeais, febre recorrente, edema nos membros e abdômen, perda de peso, inapetência.

MORMO

É uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria (Burkholderia mallei) e pode ser transmitida principalmente pela via digestiva, tendo as vias aéreas, cutâneas e genital como vias de transmissão secundárias. Pode acometer equídeos, canídeos e eventualmente o ser humano, caracterizando-se assim, como uma zoonose. Sua disseminação pode ocorrer por bebedouros, cochos, alimentos, embocaduras e raramente por utensílios de montaria contaminados. Como é uma doença que não existe cura, os animais comprovadamente doentes são de sacrifício obrigatório; por isso deve-se fazer os exames periodicamente principalmente quando houver o transporte dos animais para outros estados. Os principais sintomas da doença são: Febre alta, tosse e descarga nasal com úlceras nas narinas; pode ocorrer úlceras e nódulos em membros e abdômen. A LAGEADO possui uma equipe de Médicos Veterinário credenciados para fazer a coleta de sangue e enviar a laboratórios habilitados em todo país, os exames são padronizados, seguindo as normas do Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos – (PNSE) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O.P.G

Os prejuízos causados pela verminose são grandes e estão relacionados com a compra frequente de medicamentos (vermífugos e vitaminas), a perda de produtividade (atraso no desenvolvimento dos animais jovens; redução no ganho de peso, no desempenho reprodutivo, na produção de leite, no peso e na qualidade da carcaça), a alta mortalidade de animais e gastos com mão-de-obra. A patogenia verminótica e a intensidade de infecção por nematódeos gastrintestinais estão diretamente relacionadas com:

- A idade e imunidade do animal

- As espécies de vermes

- O grau de infecção e susceptibilidade do animal

- As condições ambientais (solo, relevo e clima)

Tão importante quanto conhecer os efeitos e prejuízos provocados pelas endoparasitas é saber o grau em que a mesma está ocorrendo. Os exames de fezes ou coproparasitários constituem uma forma indireta para detectar a presença de parasitas e determinar da carga parasitária gastrintestinal sem que seja necessário sacrificar o animal. A contagem de ovos por grama de fezes (opg), segundo a metodologia de Gordon & Whitlock (1939), é uma técnica laboratorial simples de quantificar os ovos de nematódeos nas fezes dos animais. Assim, é possível avaliar a sanidade do rebanho, correlacionando os valores de o.p.g. com a carga parasitária (ver quadro 1), bem como verificar a eficiência de produtos anti-helmínticos mediante a redução do o.p.g. (Ueno & Gonçalves, 1988). A importância do exame está em identificar precocemente o tipo de parasito que está acometendo o animal e realizar um tratamento eficiente.

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